É preciso mesmo fazer rodízio de pneus?

Especialistas da área recomendam a prática. Mas, para o seu carro, não tem como escapar: precisa ler o manual e saber o prazo ideal de troca

Nenhum dos especialistas consultados por AUTOESPORTE é contra a prática do rodízio de pneus. Existem algumas condições do país que contribuem para a sugestão da prática, como o piso em mau estado e até o tipo de tração da maioria dos carros vendidos aqui (no eixo da frente).

“O rodízio é muito importante. A maior parte dos carros tem motor dianteiro e tração dianteira, o que sempre faz com que o desgaste em um dos eixos seja mais acentuado. Com o rodízio, um jogo pode compensar o desgaste”, recomenda Cesar Maldonado, gerente de atendimento ao consumidor da Continental.

Segundo o especialista, os pneus dianteiros sofrem desgaste maior porque suportam mais peso do que os traseiros. Além disso, acumulam essa característica com o esforço da tração.

Há uma terceira força que leva os pneus instalados na dianteira se desgastarem mais rapidamente: são eles os responsáveis primários pelas frenagens.

Quando o pedal do freio é acionado, a borracha sofre com o aumento de atrito até o veículo parar.

Quando alternar os pneus?

A maior parte dos fabricantes de pneus recomenda o rodízio em prazos entre 5 mil e 10 mil km rodados. Como pneu tem prazo validade, é importante lembrar de envolver o estepe no rodízio.

A rigor, recomenda-se trocar os quatro pneus a cada cinco anos, independentemente da quilometragem acumulada.

 

Fonte: Revista Auto Esporte.

 

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