Rodízio de pneus: 3 dicas para fazê-lo corretamente

Fazer o rodízio de pneus faz com que todos tenha o mesmo nível de desgaste; veja algumas dicas para fazer o procedimento corretamente

Hoje, todos os carros médios e compactos são dotados de tração dianteira. Então as rodas da frente são direcionais e motrizes e seus pneus se desgastam de forma muito mais acentuada que os das rodas traseiras. Por isso não é raro se observar num carro com tração dianteira os pneus dianteiros quase “carecas” enquanto os traseiros permanecem quase novos. Exatamente por isso o rodízio de pneus é mais importante hoje que no passado: para igualar o desgaste entre os quatro pneus e evitar que o dono do carro tenha que ir à loja comprar apenas dois deles.

Primeira dica

No passado, o rodízio de pneus se fazia em “X”. O dianteiro direito vinha para a esquerda na traseira e vice-versa. Hoje, apenas se trocam as rodas dianteiras pelas traseiras, mantendo-se o lado. Se no passado a maioria dos carros tinha tração traseira, a distribuição do desgaste entre pneus da frente e de trás era mais uniforme: os dianteiros eram direcionais, os traseiros eram motrizes.

Segunda dica

Mas e se você não fez o rodízio de pneus e precisou comprar apenas dois novos, onde colocá-los? A intuição diz para serem instalados nas rodas dianteiras, mas a lógica recomenda o contrário.

Melhor ter os pneus novos na traseira pois, se ocorre algum problema na frente, e o pneu estoura, por exemplo, o motorista tem o volante para dominar o carro. E, se a direção for assistida (hidráulica ou elétrica) é ainda mais fácil o controle. Mas, um estouro de um traseiro é incontrolável.

Terceira dica

No rodízio, pode-se incluir o pneu sobressalente? Sim, desde que ele substitua um pneu que tenha sofrido menor desgaste, para evitar num mesmo eixo um pneu quase novo de um lado e outro muito desgastado do outro. Mas, atenção para a data de fabricação do estepe: muitas vezes ele fica abandonado por anos no porta-malas e pneu expira igual a remédio. O prazo máximo de validade é de cinco a seis anos. Neste caso, ao invés de comprar só três novos e incluir o estepe, o correto é comprar cinco e substituir também o sobressalente.

Fonte: Autopapo.

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