Veja 12 mandamentos para o pneu durar mais

Você sabia que precisa verificar semanalmente (no máximo a cada 15 dias) a pressão dos pneus, inclusive do estepe? E quantas libras são recomendadas para que os pneus do seu carro funcionem perfeitamente? Essas e outras dicas podem parecer simples, mas muitos motoristas ainda não sabem.

Para evitar que os pneus se desgastem antes do tempo, a fabricante Pirelli criou um manual com os 12 mandamentos para manter os pneus mais tempo rodando e evitar um gasto desnecessário. Muitas das regras são simples e podem ser verificadas através de uma observação mais detalhada do próprio motorista, tendo atenção ao que diz o manual. Outras precisam de ajuda de profissionais, como manter o balanceamento em dia ou fazer o rodízio.

1º mandamento: Nunca esvazie ou reduza a pressão dos pneus enquanto eles estiverem quentes devido à utilização, pois a pressão normalmente sobe acima dos níveis recomendados devido ao aquecimento.

2º mandamento: Calibre os quatros pneus e o estepe semanalmente, de acordo com a pressão de ar recomendada no manual do fabricante, quando estão frios.

3º mandamento: Balanceie as rodas e alinhe o veículo a cada 10.000 km, na troca dos pneus ou sempre que forem sentidas vibrações.

4º mandamento: Faça rodízio a cada 10 mil km ou de acordo com o recomendado no manual do fabricante do veículo.

5º mandamento: Verifique o estado geral dos pneus periodicamente e/ou após impactos ou desgaste irregular.

6º mandamento: Os pneus devem ser trocados sempre que a banda de rodagem for gasta até as marcas TWI (a medida do sulco do pneu), mesmo que em apenas um ponto da banda.

7º mandamento: Sempre que for trocar os pneus respeite a equivalência de medidas.

8º mandamento: Monte os pneus em aros corretos e em perfeito estado.

9º mandamento: Quando ocorrer impactos ou perfurações verifique também o interior dos pneus.

10º mandamento: Nunca estacione sobre manchas de óleo ou solvente, pois eles causam danos aos pneus.

11º mandamento: Obedeça aos limites de velocidade e carga.

12º mandamento: O estilo de direção e a velocidade afetam diretamente a vida útil dos pneus.

 

Fonte: Terra.

Rodízio de pneus: 3 dicas para fazê-lo corretamente

Fazer o rodízio de pneus faz com que todos tenha o mesmo nível de desgaste; veja algumas dicas para fazer o procedimento corretamente

Hoje, todos os carros médios e compactos são dotados de tração dianteira. Então as rodas da frente são direcionais e motrizes e seus pneus se desgastam de forma muito mais acentuada que os das rodas traseiras. Por isso não é raro se observar num carro com tração dianteira os pneus dianteiros quase “carecas” enquanto os traseiros permanecem quase novos. Exatamente por isso o rodízio de pneus é mais importante hoje que no passado: para igualar o desgaste entre os quatro pneus e evitar que o dono do carro tenha que ir à loja comprar apenas dois deles.

Primeira dica

No passado, o rodízio de pneus se fazia em “X”. O dianteiro direito vinha para a esquerda na traseira e vice-versa. Hoje, apenas se trocam as rodas dianteiras pelas traseiras, mantendo-se o lado. Se no passado a maioria dos carros tinha tração traseira, a distribuição do desgaste entre pneus da frente e de trás era mais uniforme: os dianteiros eram direcionais, os traseiros eram motrizes.

Segunda dica

Mas e se você não fez o rodízio de pneus e precisou comprar apenas dois novos, onde colocá-los? A intuição diz para serem instalados nas rodas dianteiras, mas a lógica recomenda o contrário.

Melhor ter os pneus novos na traseira pois, se ocorre algum problema na frente, e o pneu estoura, por exemplo, o motorista tem o volante para dominar o carro. E, se a direção for assistida (hidráulica ou elétrica) é ainda mais fácil o controle. Mas, um estouro de um traseiro é incontrolável.

Terceira dica

No rodízio, pode-se incluir o pneu sobressalente? Sim, desde que ele substitua um pneu que tenha sofrido menor desgaste, para evitar num mesmo eixo um pneu quase novo de um lado e outro muito desgastado do outro. Mas, atenção para a data de fabricação do estepe: muitas vezes ele fica abandonado por anos no porta-malas e pneu expira igual a remédio. O prazo máximo de validade é de cinco a seis anos. Neste caso, ao invés de comprar só três novos e incluir o estepe, o correto é comprar cinco e substituir também o sobressalente.

Fonte: Autopapo.

Bolha no pneu é uma ‘bomba-relógio’

Não há nada que se possa fazer para salvar ou tornar seguro aquele seu pneu com bolha

A bolha no pneu funciona quase como uma bomba-relógio. A diferença é que no caso do veículo, você não sabe quando ela vai estourar. A bolha se dá pelo rompimento da estrutura interna metálica do pneu, que pode acontecer em razão de choques intensos, que alteram a forma tradicional da parte emborrachada do componente.

“Quando isso acontece em um dos pneus do conjunto, há aumento do risco de acidentes, pois há perda de resistência, o que o torna o veículo instável, com possibilidades de rompimento, colocando em risco os passageiros, pedestres e outros veículos”, explica Gerson Burin, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI).

Considerando a gravidade do fenômeno, que pode levar o pneu a um estouro, é recomendável trocar o componente assim que ele apresentar uma bolha. Embora alguns profissionais afirmem que a vulcanização é uma opção para salvá-lo, a malha metálica não pode ser refeita e os riscos se mantém os mesmos. “O ideal é a substituição do pneu avariado, lembrando que adquirir um novo é sempre a alternativa mais segura”, comenta o especialista. Ainda que o pneu esteja novinho, não há remendo que dê jeito. A única solução e deixá-lo bem longe do seu carro.

Algumas situações podem provocar o problema, como passar por um buraco ou valeta, bater a roda com o meio-fio (como quando o motorista vira o pneu para o passeio ao estacionar o veículo em uma ladeira) ou manter a calibragem mais baixa do que a recomendada pela fabricante.

Vale lembrar que a bolha no pneu pode surgir durante toda a vida útil do componente. Como ela é causada por causas externas, pode inclusive aparecer em carros que acabaram de sair da concessionária.

Tem dúvidas de como identificas as bolhas? Elas podem ser vistas e, normalmente, são sentidas por meio da trepidação do volante, ou ainda escutadas, já que alteram o som habitual do carro em movimento. Após passar por buraco, é imprescindível que o motorista confira as bandas interna e externa dos pneus.

Para evitar a formação das bolhas, recomenda-se passar por buracos em velocidade baixa. Além disso, é prudente prestar atenção ao estacionar o carro muito próximo ao meio-fio. Isso porque raspar o pneu também pode arrebentar estrutura metálica que confere resistência ao pneu ou rasgá-lo.

Numa situação de emergência, em que seja impossível trocar o pneu, opte por manter a bolha nas rodas dianteiras. Se um pneu da frente estoura, o condutor pode conseguir reverter o comportamento imprevisível do carro mudando a direção do volante. Quando um pneu do eixo traseiro arrebenta, é mais difícil controlar o veículo.

 

Fonte: Autopapo.

Os 5 atributos de um pneu

Aderência, resistência a rodagem e mais 3 fatores que você precisa saber sobre pneus.

 

Para se movimentar, o pneu depende do equilíbrio entre vários de seus atributos. Pensando na sua economia e no respeito ao meio ambiente, a Michelin aposta em análise e pesquisas sobre cada atributo e, assim, otimiza as funcionalidades de cada um deles.

Confira abaixo os principais atributos de um pneu:

 

Resistência à rodagem

Quando roda, um pneu se deforma e aquece, o que produz uma perda de energia. Isto afeta diretamente o consumo de combustível do veículo.

Aderência

Sinônimo de segurança. É necessária para manter o veículo em sua trajetória – especialmente em curvas e na frenagem.

Conforto

Para melhorar o ruído, os pneus devem absorver as irregularidades do solo.

Comportamento

Uma questão de ergonomia, do prazer na direção, de precisão ou de reatividade em situações de emergência.

Desgaste

Uma das principais preocupações para os usuários: quanto maior a durabilidade do pneu, menor o custo do quilômetro rodado.

 

Fonte: Michelin.