7 coisas que você não deve fazer com seu carro

Separamos alguns vídeos da internet que mostram exatamente o que não se deve fazer com seu veículo

 

Não é incomum encontrar pela internet alguns vídeos bastante engraçados (e outros muito bizarros) de pessoas fazendo coisas absurdas com seus carros. E o azar alheio acaba virando um alerta para que a gente não repita as mesmas coisas. Confira sete exemplos do que não fazer com seu veículo caso você não queira se arriscar a se dar muito mal.

  1. Não subir no para-brisas do carro

Sempre tem algum engraçadinho que quer subir no capô do carro para fazer uma cena, né? Bem, então dá uma olhada o que esse cara na Flórida, nos Estados Unidos, aprontou. Ele resolveu subir em sua Lamborghini Huracán e acabou pisando no para-brisas. O vidro quebrou na hora. Brincadeira desnecessária, não é mesmo?

  1. Acelerar demais desnecessariamente

Este outro motorista resolve fazer algo bem estúpido nas ruas de Dubai, nos Emirados Árabes. Este sujeito a bordo de uma Lamborghini Aventador Roadster LP720-4 50 Anniversario (edição limitada que teve apenas 100 unidades fabricadas), juntamente com seus amigos donos de uma Ferrari 458 Spider, resolve pisar fundo no acelerador do carrão. Só que o cara do Lamborghini se empolgou. E acelerou. E acelerou. Acelerou um pouco mais. A coisa ficou tão quente que o carro pegou fogo.

  1. “Cantar” o pneu do carro

Não sabemos exatamente de onde é esse vídeo, mas o que importa é que você não deve fazer o mesmo que esse motorista. “Cantar” ou “fritar” os pneus é não apenas perigoso e motivo da causa de danos ao veículo, mas infração considerada gravíssima prevista no Código de Trânsito Brasileiro. Além de multa referente ao tipo de infração multiplicada por dez, o motorista arrisca-se a uma suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo.

  1. Ter um ataque de fúria

Não é segredo para ninguém que não se pode sair por aí atacando o carro alheio, mas também não é incomum encontrar notícias de quem teve um dia de fúria e resolveu acabar com o automóvel de outra pessoa. Quem é que não se lembra do vídeo que viralizou na internet de uma mulher atacando a lataria de um sedã no bairro da Vila Olímpia, Zona Sul da capital paulista?

Apesar de tudo não ter passado de uma ação publicitária para o lançamento de uma série de TV, as imagens nos lembram que isso não pode ser feito – nem se você estiver com toda a raiva do mundo acumulada. Aqui no Brasil, a ação é caracterizada como dano ao patrimônio alheio, previsto no artigo 163 do Código Penal. A pena para o nervosinho é detenção de um a seis meses ou pagamento de multa.

  1. Fazer uma curva sem prestar atenção

Existem centenas de vídeos espalhados na internet com demonstrações de motoristas (bem ruins, por sinal) que acabam se perdendo no comando do volante ao estacionar, fazer balizas ou mesmo uma curva. Se você não prestar atenção e calcular corretamente, seu carro pode ter o mesmo destino que o da motorista do vídeo abaixo.

  1. Não olhar o retrovisor antes de dar ré

Outros vídeos que costumam viralizar nas redes são os de pessoas que, distraidamente, acabam perdendo o controle do carro e batendo em outros veículos ao dar marcha à ré. No vídeo abaixo, o motorista não percebeu que deveria ter mais cautela para sair de sua vaga. Coitada da outra pessoa que deve ter tido um baita prejuízo!

  1. Parar na faixa de pedestre

Existem muitos motoristas que não se importam em parar sobre a faixa de pedestres quando o semáforo fecha. O dono do carro abaixo deve ter se arrependido amargamente de ter feito isso, pois não contava que uma pessoa ficaria irritada com sua atitude e, para se vingar, ia parar de pé em frente ao veículo, impedindo sua saída.

 

Fonte: Auto Esporte.

Pneus dianteiros não podem ser diferentes dos traseiros

Se você pretende colocar somente dois pneus novos no carro, tenha claro duas regras fundamentais. Primeira: sempre coloque o par novo atrás e passe os traseiros para frente, se for o caso. Segunda: compre sempre da mesma medida dos dois que ficarão. Carros não podem rodar com pneus de tamanhos diferentes, salvo em algumas exceções.

Carros não podem ter pneus de tamanhos diferentes nas rodas dianteiras e traseiras O tamanho dos pneus deve observar o recomendado pelas montadoras Pneus com tamanhos diferentes ao recomendado podem trazer problema de estabilidade e acelerar o desgaste de peças da suspensão É possível usar pneus de dimensões diferentes na dianteira e traseira apenas em alguns carros esportivos Pneus de tamanhos diferentes também dificultam o rodízio recomendado pelas montadoras e fábricas

As dimensões dos pneus devem seguir as recomendações da montadora. Em quase todos os modelos as fábricas permitem uma variação de tamanho, tanto no diâmetro do aro quanto na espessura. Porém, mesmo quando for permitido colocar aro 15 em carro que saiu de fábrica com aro 14, por exemplo, é preciso fazer a troca das quatro peças ao mesmo tempo.

“Pneus de dimensões diferentes não devem ser montados no mesmo veículo, a não ser em casos nos quais o veículo já vêm de fábrica com medidas diferentes nos dois eixos, como ocorre com alguns modelos esportivos”, diz José Carlos Quadrelli, gerente-geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone Brasil.

A diferença de tamanho de um eixo para o outro pode comprometer a estabilidade do carro nas curvas e nas freadas e ainda irá acelerar o desgaste das peças da suspensão, além de abreviar a vida útil dos próprios pneus.

 

Rodízio

Colocar pneus de medida diferente na dianteira e na traseira também trará complicações na hora de fazer o rodízio. Todas as montadoras e as fabricantes recomendam passar as rodas de trás para frente a cada 10 mil quilômetros para que o desgaste seja uniforme.

Os pneus dianteiros gastam mais rápido do que os traseiros. Os motivos são: a tração na frente (na maior parte dos carros), o movimento das rodas nas curvas e o peso maior na dianteira devido ao motor.

 

Fonte: Terra.

Saiba como agir em caso de pneu furado

Pneu furado precisa ser trocado, é óbvio. Mas e quando o motorista não pode parar por questão de segurança, o que fazer? Há limite para rodar? E quais riscos para as peças do veículo e para o motorista?

Os pneus radiais usados na maioria dos carros que estão no mercado brasileiro não foram feitos para rodar completamente murchos ou com pouco ar. Em caso de rodarem furados, totalmente vazios, podem deformar ou até mesmo rasgar completamente.

Cesar Maldonado, gerente de Serviços ao Consumidor da Continental Pneus, diz que ao perceber o pneu baixo o motorista precisa encontrar um lugar seguro para trocá-lo o mais rápido possível. É fácil perceber o problema. Geralmente o volante fica bem mais pesado. “Os pneus normais, quando perdem a pressão, provocam a perda da capacidade de manter o controle”, explica Maldonado. O indicado, quando não se pode parar imediatamente, é rodar em uma velocidade muito baixa, cerca de 20km/h.

Para ajudar, a dica é acionar o pisca alerta e assim mostrar aos outros condutores que algo está errado. O recomendado é que se trafegue pelo acostamento, se houver, ou então o mais afastado da pista.

Com o pneu murcho, o motorista começa a ter problemas na frenagem. Ele terá mais dificuldade para desviar de outros veículos ou obstáculos. Se estiver em uma pista de velocidade alta, isso também poderá ser um sério risco de acidentes.

A partir do momento que o pneu perdeu a pressão, alguns metros depois ele já pode estar danificado e sai completamente da roda. Após a troca, o pneu precisa ser levado a um especialista para avaliar se ele sofreu algum dano e se pode ser usado novamente ou descartado.

E vale lembrar aquela recomendação básica, que muitos não cumprem: cuidar a calibragem do estepe para garantir que ele esteja cheio em caso de emergência. Também é importante a leitura do manual do proprietário para identificar onde está cada item que será usado na hora da troca do pneu, como macaco, chave de roda e triângulo de sinalização.

 

Fonte: Terra.

Pneus dianteiros do carro gastam mais rápido; entenda

Você segue à risca as dicas de calibragem, mantém balanceamento e geometria em dia e dirige em solavancos. E mesmo assim percebeu um desgaste maior nos pneus dianteiros do que nos traseiros? Não se assuste, isso é normal.  Os da frente gastam mesmo mais rápido. Nem o mais cuidadoso dos motoristas consegue fugir disso.

Pneus dianteiros gastam mais rápido do que os traseiros. Um dos motivos são as mudanças de posições nas curvas Para que o desgaste seja uniforme, o recomendado é fazer o rodízio entre pneus Os pneus dianteiros também sofrem mais nas frenagens e com o peso do motor Não espere notar desgaste avançado para fazer o rodízio dos pneus O indicado é sempre trocar os quatro pneus. Se não por possível, o par novo deve ir na traseira

O desgaste diferente ocorre por três motivos, explica José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone do Brasil.

“Os pneus do eixo dianteiro sofrem mais que os do eixo traseiro primeiramente devido à constante mudança de ângulo para direcionar o veículo. Além disso, normalmente o peso é maior nesse eixo devido ao motor e à transferência de peso que ocorre nas frenagens. Por fim, a maioria dos veículos atuais possuem tração dianteira, o que gera mais uma solicitação nos pneus desse eixo”.

Por isso, todas as montadoras e fabricantes recomendam o rodízio de pneus para equilibrar o desgaste, para que eles tenham a mesma vida útil. Mas o motorista não deve esperar perceber perda significativa de borracha para fazer a troca. O indicado é passar os dianteiros para a traseira com, no máximo, 10 mil quilômetros e seguir alternando.

O dianteiro gasta três vezes mais rápido do que o traseiro, explica Quadrelli. “A diferença de desgaste pode gerar desequilíbrios entre os eixos em termos de dirigibilidade e frenagem, especialmente no molhado. Se não fizermos o rodízio, acabamos tendo de trocar somente dois pneus de cada vez, o que novamente desequilibra o conjunto, já que teremos pneus novos misturados com pneus usados”, observa.

O ideal é sempre trocar os quatro pneus quando há necessidade. Se isso não por possível, porém, o par novo deve ser colocado na traseira. Apesar do dianteiro gastar mais rápido, o eixo traseiro é responsável pela estabilidade do veículo.

Fonte: Terra.

Qual a melhor bateria para o seu carro?

Para não errar na hora de comprar uma nova bateria, consulte o manual do veículo e suas especificações e acesse o Moura Fácil, a plataforma de compra de baterias online da Moura.

A bateria de um carro tem a função primária de fornecer energia ao motor de partida, além de alimentar todo o sistema elétrico quando o motor está desligado caso seja solicitada. As montadoras de veículos, ao definirem a bateria ideal para um automóvel, consideram os elementos que necessitarão ser suportados pela bateria. Dessa forma, cada veículo tem previamente estipulado a aplicação ideal de bateria para seu melhor funcionamento.

Além da capacidade, é importante observar o padrão de montagem (caixa) relacionado às dimensões da bateria e posição dos polos, pois cada veículo possui sua configuração particular para que a bateria seja corretamente instalada. Cada bateria Moura, recebe na sua nomenclatura os elementos necessários para a identificação da bateria ideal para o carro.

Para que você não se engane na hora de comprar a nova bateria para o seu carro, consulte o manual do veículo e suas especificações e acesse o Moura Fácil, a plataforma de compra de baterias online da Moura. No Moura Fácil, é possível identificar a bateria ideal para seu carro, realizar o pedido e receber a instalação grátis em até 50 minutos.

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Fonte: Baterias Moura.