Se regular o carro para viagem, reajuste-o quando voltar

Além de exigir o retorno às regulagens normais, a ocasião também pode fornecer um diagnóstico do carro

Vai viajar com seu automóvel neste feriado? Ao se regular o carro para viagem, é preciso ficar atento. Se você é um bom motorista e seguiu todas as recomendações dos técnicos antes de colocar o carro na estrada, lembre-se de deixá-lo novamente adequado ao dia-a-dia na cidade. Várias das regulagens que foram alteradas devem voltar aos padrões normais.

  1. Calibragem: o carro carregado (com família e bagagem) e as velocidades mais elevadas na rodovia exigem maior pressão dos pneus. Então, está na hora de voltar à calibragem original para o carro que volta a rodar mais leve e devagar. Nestas condições, a calibragem de estrada estaria fora da recomendada provocando um desgaste irregular dos pneus. Não se esqueça de que esta redução da pressão – assim como o aumento – deve ser feita com os pneus frios e jamais depois que rodaram alguns quilômetros e já se aqueceram. Pois com a temperatura mais elevada, há um aumento da pressão que pode distorcer a calibragem.
  2. Regulagem dos faróis: se seu carro não conta com regulagem automática e você os regulou antes da viagem para um maior peso, está na hora de voltar à posição normal. Pois, sem a família e a carga no porta-malas, a traseira se levanta, a frente se abaixa e os faróis ficarão muito baixos, quase que iluminando o parachoque dianteiro.
  3. Se a viagem foi longa e o carro chegou a rodar alguns milhares de quilômetros, confira no hodômetro se não foi atingida a quilometragem para uma revisão periódica. Ou se não expirou a validade do óleo do motor.
  4. Se os pneus foram substituídos antes da viagem, ou se a direção foi alinhada, depois do retorno é o momento ideal para se controlar a geometria de direção. Porque se ela estiver fora do padrão, os pneus (dianteiros, principalmente) vão acusar esta irregularidade pelo desgaste anormal da banda de rodagem. Assim, ao regular o carro para viagem, você estará descobrindo se ele já tinha algum problema anteriormente.

 

Fonte: Autopapo.

De olho no balanceamento

Conheça os sinais que indicam pneus desbalanceados e quando fazer a manutenção

 

Balanceamento é o processo de compensação feito para equilibrar o conjunto de pneu e rodas do veículo. Ele é importante para evitar o desgaste prematuro dos pneus e dos componentes da suspensão e da direção.

Para que serve o balanceamento dos pneus?

O balanceamento é necessário para suprimir trepidações que possam ocorrer no volante do carro. Além disto, quando há desbalanceamento, a direção torna-se instável e ocorre um desgaste irregular dos pneus.

Sinais que indicam pneus desbalanceados

A maneira mais comum de perceber um veículo com pneus desbalanceados é quando o motorista sente trepidação no volante – ou às vezes vibrações no veículo todo – ao alcançar velocidade média de 60km/h.

Porém, quando os pneus do eixo trativo e dos eixos auxiliares está desbalanceado, é mais difícil perceber as vibrações. Por este motivo é necessário balancear todas as rodas com frequência.

Quando o balanceamento deve ser feito?

  • Sempre que houver substituição de pneus;
  • Sempre que for efetuado conserto em pneus ou câmaras;
  • Por ocasião de vibrações no volante ou guidão;
  • Sempre que houver substituição de elementos do conjunto rodante – por exemplo: pastilhas de freios, rolamento da roda, peças da suspensão, etc;
  • Para conjuntos de bicicletas ou motocicletas que tenham rodas com raios. Neste caso, verifique periodicamente a tensão e o estado deles;
  • A cada 10 mil quilômetros rodados.

Aproveite que agora você sabe mais sobre balanceamento e leve seu carro ou moto para a manutenção!

 

Fonte: Michelin.

 

A arte da curva pela BFGoodrich

O condutor deve privilegiar sempre a segurança e não a velocidade e conduzir respeitando ao mesmo tempo as regras da estrada. A velocidade não é um elemento obrigatório para sentir a sensação de estar ao volante. É nas curvas e nas estradas sinuosas que a aderência excecional dos pneus BFGoodrich oferece um prazer de condução ótimo.

Fazer uma curva sem riscos é algo que se antecipa ao volante, mas também passa por optar por pneus de qualidade. Equipa o teu veículo com pneus BFGoodrich e segue os conselhos de condução descritos a seguir que te permitirão abordar cada curva com a máxima confiança.

Antes da curva

Para controlar uma curva com as condições máximas de aderência, motricidade e segurança, recomenda-se vivamente antecipar e travar antes da curva, com as rodas dianteiras direitas.

Os pneus BFGoodrich dão-te uma melhor tração longitudinal e, consequentemente, uma melhor aderência na travagem.

Na curva

Evitar de travar na curva porque a transferência de carga desloca-se para a parte dianteira do veículo, o que leva a uma diminuição na aderência do eixo traseiro, aumentando o risco de derrapagem.

Graças à excelente tração transversal, os pneus BFGoodrich oferecem-te uma aderência perfeita durante a curva. Além disso, a sua elevada precisão de trajetória permitir-te-á conduzir o teu veículo exatamente como desejas.

À saída da curva

À saída da curva, basta acelerares quando as rodas dianteiras estiverem direitas. Para que o poder de aceleração seja proporcional ao ângulo do volante, é necessário acelerar de forma progressiva à saída da curva. A aderência longitudinal dos pneus BFGoodrich dar-te-á uma melhor capacidade de aceleração.

O equilíbrio natural e a tração incomparáveis dos pneus BFGoodrich permitir-te-ão fazer melhor as curvas.

 

Fonte: BFGoodrich.

 

O que é “menos pior” pneus remolds ou recauchutados?

Qual o melhor pneu no caso de não haver um novo para compra: remold ou recauchutado? – Ivan Salles, Rio Claro (SP).

 

Caso não esteja disponível um pneu novo, a opção deve ser por um remold. Ele utiliza um pneu usado, porém com sua estrutura já inspecionada, pois ela será raspada de talão a talão, diferentemente dos recauchutados, que são raspados somente na banda de rodagem. A ancoragem da camada restauradora do remold é bem superior.

O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia) exige que os remolds usem pneus fabricados há no máximo sete anos, com selo de garantia de origem e de identificação de conformidade obtida em testes. O diâmetro das novas ranhuras não deve ser inferior a 6 mm, com indicadores de desgaste com altura entre 1,6 mm e 2,2 mm.

Para pneus radiais limitados a velocidades de até 190 km/h, são permitidas duas reformas. Para pneus acima de 190 km/h, apenas uma reforma é liberada.

Em 2004, QUATRO RODAS fez um teste de pista com quatro marcas de pneus do tipo remold, utilizando um jogo de pneus novos como referência.

Nível de ruído e consumo foram parecidos, mas os remolds mostraram ter limites de velocidade para aquaplanagem mais baixos, além de menor aderência lateral.

Nas frenagens, os resultados em pista seca foram parecidos. Já em pista molhada, a 80 km/h, a diferença de um remold para um novo chegou a 7,5 metros.

Outra deficiência dos remolds é a vida útil, entre 30% e 50% menor que a dos pneus novos. Os preços, por outro lado, costumam ser a metade dos comuns.

 

Fonte: Quatro Rodas.

Entenda o alinhamento de pneus

Para que seu carro não saia da linha, você precisa saber de alguns detalhes de como, quando e por que se deve fazer o alinhamento de rodas. O alinhamento é especificado pelo fabricante do veículo a fim de oferecer uma maior eficiência de rolamento, melhor dirigibilidade e otimização do grau de esterção.

 

Por que?

Qualquer alteração que ocorra nas especificações de alinhamento, ocasionada por impacto, trepidação, compressão lateral e desgaste dos componentes da suspensão, poderá comprometer o bom comportamento do veículo. Ou, ainda, provocar um desgaste irregular e prematuro da banda de rodagem. Pneus que “cantam” nas curvas e volantes que teimam em permanecer tortos nas retas são sintomas de desalinhamento. Para entender melhor a importância do alinhamento, verifique os itens a seguir.

 

Quando?

  • A cada troca de pneus;
  • Quando os pneus estiverem apresentando desgaste excessivo na área do ombro;
  • Quando os pneus apresentarem desgaste da banda de rodagem em forma de escamas;
  • Quando um pneu tem maior desgaste que o outro;
  • Trepidação das rodas dianteiras;
  • Vibração do carro;
  • Volante duro;
  • O carro tende para os lados quando o motorista larga o volante;
  • O carro desvia e puxa para o lado quando os freios são acionados;
  • O veículo tende para a esquerda ou para a direita;
  • Em condições normais, a cada 5.000 km (por ocasião do rodízio e balanceamento).

 

Fonte: Goodyear.