Aprenda a calibrar corretamente os pneus

Que nunca achou que estava calibrando os pneus do carro com a pressão correta e depois, ao verificar o manual, percebeu que estava enganado? Ou, pior, quem nunca esqueceu qual a calibragem correta? Por isso e para evitar que você gaste mais combustível e tenha desgastes irregulares, a Michelin está promovendo a campanha Pressão Certa, que vai até o final de novembro. E a conscientização é vem em boa hora, pois segundo a fabricante, 45% dos motoristas dirigem com seus pneus fora dos limites recomendados pelos fabricantes.

A campanha estará em estacionamentos de shoppings, supermercados e competições automobilísticas e também mostrará o quão importante é para segurança a correta calibragem dos pneumáticos.

O consumidor receberá uma avaliação grátis e diagnóstico completo dos pneus de seu veículo, dicas de utilização e segurança  e um cupom de desconto para balanceamento nas revendas da marca.

 

Fonte: Revista Carro.

Pneus: como cuidar

Segurança é primordial ao se falar de automóveis. Por isso, a Goodyear listou uma série de cuidados a serem tomados antes de viajar. Além de checar a pressão do pneus você também deve verificar o estepe, o balanceamento e alinhamento e outros quesitos. Aproveitando que a Copa do Mundo está se aproximando e as férias escolares também, veja as dicas da fabricante e viaje tranquilo.

 

Condições dos pneus: quando os pneus atingem uma profundidade de sulco inferior a 1,6 mm, podem ser considerados praticamente “carecas” e têm a sua segurança comprometida. Para ver se chegaram a essa medida, nas ranhuras do pneu existem bolinhas de borracha que servem para demonstrar o desgaste do pneu. Quando atingir essa marca é o momento de trocar o pneu.

Calibragem e Pressão: A pressão de ar é um dos fatores críticos que afetam o desgaste do pneu e, consequentemente, sua vida útil. Portanto, o motorista deve sempre checar as pressões dos pneus e manter a máxima indicada no manual do proprietário ou em etiquetas estrategicamente colocadas nas laterais das portas ou tampa de abastecimento do tanque de combustível. Lembre-se de efetuar a calibragem com pneus frios.

Estepe: muitas vezes esquecidos, eles são fundamentais para que você não fique no meio da estrada. Nunca esqueça de conferir a calibragem e as condições gerais do estepe, assim como a presença de chave de roda, triângulo e até mesmo um pano para limpar as mãos se necessário.

Alinhamento e balanceamento do veículo: além de obter melhor dirigibilidade em retas e curvas, evitando que o carro desvie ou puxe para os lados durante a frenagem, o alinhamento permite um desgaste regular dos pneus e ainda melhora eficiência de rolamento, garantindo economia de combustível.

Pneus usados: Estes pneus estão mais fadigados. Portanto, eles estão mais suscetíveis a terem sua integridade ameaçada como, por exemplo, num impacto causado por um buraco ou objeto na pista, podendo falhar. Numa condição como esta, é sempre mais fácil para o condutor controlar um veículo com os pneus dianteiros danificados, do que controlar o veículo com os pneus traseiros nestas condições, pelo simples fato que temos controle sobre o eixo dianteiro através da direção. Aqui a recomendação é que os pneus mais usados sejam colocados na dianteira.

 

Fonte: Revista Carro.

Não abandone o estepe

Em muitos casos, o estepe é um mero objeto abandonado no porta-malas. Mas ele requer cuidados para não causar dores de cabeça quando você precisar dele. O mais importante éa calibragem. Confira algumas dicas abaixo.

 

Dica número 1.

Fazer a calibragem periódica do estepe é fundamental, pois ele costuma perder pressão pela falta de uso. O ideal é colocar sempre 3 libras a mais do que nos pneus que estão em uso no automóvel.

 

Dica número 2.

Para que o desempenho do veículo não sofra qualquer alteração, é indicado que o pneu sobressalente seja simétrico, ou seja, tenha o mesmo desenho na banda de rodagem de ambos os lados.

 

Dica número 3.

De acordo com os mecânicos, o correto é não utilizar o estepe no rodízio de pneus. A prática pode comprometer o desempenho do carro, uma vez que o par utilizado em cada eixo deve estar com o mesmo nível de desgaste. A troca só deve ser feita quando o outro pneu também for novo, de mesmo tamanho e desenho na banda de rodagem.

 

 Dica número 4.

Além de manter o estepe sempre calibrado com 3 libras acima do convencional, é importante realizar o balanceamento para que o carro não fique “puxando” para nenhum dos lados.

 

 Dica número 5.

Tão importante quanto à manutenção adequada do estepe é o estado de conservação do macaco e do triângulo. A falta destes equipamentos gera multa e pontos na carteira de habilitação.

 

Fonte: Revista Carro.

Mudar o tamanho das rodas e pneus pode piorar o consumo?

Se a circunferência dos pneus diminuir, o consumo irá aumentar. Entenda por que.

 

Recentemente comprei uma VW Amarok e troquei os pneus originais 255/60 R18 por outros mais confortáveis, de medida 265/70 R16. Depois disso, o consumo piorou no computador de bordo. Por quê? – Anderson Ragiotto, por e-mail.

Ao trocar a medida 255/60 R18 pela 265/70 R16, a circunferência do pneu passou de 2.442,3 mm para 2.297,7 mm. Portanto, como os pneus ficaram ligeiramente menores (4,6 mm ou 1,86% menos), eles precisam dar mais voltas para completar a mesma distância percorrida, quando comparado à medida original.

Se o pneu (e o motor) precisa rodar mais vezes, consequentemente o consumo de combustível será maior, sem falar do hodômetro, que vai marcar uma distância superior à real, e do velocímetro, que registrará uma velocidade mais elevada.

O maior cuidado ao trocar as medidas dos pneus e rodas é tentar manter sempre o diâmetro externo do conjunto (tolerância de 3% para mais ou para menos). Caso não faça isso, além do risco de ter o consumo modificado e a leitura do velocímetro errada, a altura do automóvel em relação ao chão também pode mudar demais, causando desequilíbrio e perda de estabilidade.

 

Fonte: Quatro Rodas.