Ruídos no automóvel: Conheça as principais causas e as diversas opções de pneus silenciosos

Nada mais desconfortável do que ruídos no automóvel. Além de irritarem os passageiros, ainda podem causar problemas de segurança – tanto em relação ao sistema do carro quanto ao diminuir o nível de atenção do condutor.

 

  1. Quando o ruído é percebido fora do veículo

As principais fontes desse ruído são:

  • A rugosidade do solo;
  • O desenho da banda de rodagem.

Ruidos no automóvel 2

Para reduzir o ruído, os fabricantes de pneus atuam no desenho da escultura. Neste caso, a palavra de ordem é equilíbrio dos desempenhos – ou seja, não degradar alguns atributos de um pneu em detrimento de outros.

 

  1. Quando o ruído é percebido dentro do veículo

O pneu absorve as irregularidades da estrada, sendo um importante elemento de conforto. Mas em algumas condições de uso, eles podem gerar vibrações e desconforto auditivos e mecânicos.

Ruidos no automóvel 3

Fonte: Michelin.

Não deixe o pneu do carro cantar na curva

Na vida é sempre muito importante não deixar que os problemas apareçam e tomem conta dos nossos dias, além disso, todos os sintomas são importantes e não devem ser negligenciados para descobrir o real problema, já que trazem mensagens importantes e facilitam o diagnóstico.

Em relação aos carros, o mesmo se aplica. Não espere se acidentar para verificar onde está o problema do mesmo. Leve-o sempre ao especialista, no caso a concessionária ou oficina de confiança, para que sejam realizadas inspeções periódicas.

Quando você ouvir o seu pneu cantar na curva, este pode ser um sinal de que está mais que na hora do seu carro ser entregue a um mecânico.

 

Por que é ruim o pneu cantar?

Quando o carro perde a aderência na pista, fica mais difícil para o motorista manter a estabilidade do veículo, podendo desencadear problemas sérios no trânsito, como sair da estrada ou bater em outros carros.

Além disso, estudos mostraram que o ato do pneu cantar desencadeia reflexo em outras peças, como na roda e na suspensão. Não resolver o problema o mais rápido possível diminuirá a vida útil deles e fará você gastar ainda mais dinheiro no futuro.

 

Como resolver o problema?

Muito simples! O pneu está cantando porque o seu veículo está desbalanceado, a saída então é leva-lo a um mecânico para que ele realize o balanceamento e talvez o alinhamento, caso esse seja necessário.

É recomendado que seja realizado o balanceamento a cada 10 mil quilômetros rodados. Além disso, fazer rodízio dos pneus para equilibrar o desgaste também é uma boa dica.

O que não pode é colocar a sua vida em risco por não levar o carro à revisão. Custa pouco e traz muitos benefícios à sua direção e, claro, segurança. Em dias de chuva, um pequeno deslize pode trazer muitos estragos.

 

Fonte: Autostart.

Teste: os efeitos mortais dos pneus com pressão baixa

Andar com pneus descalibrados traz riscos e pelo menos uma certeza: você está deixando dinheiro no chão

Você está dirigindo em uma estrada que lhe é familiar, conhece a velocidade segura para fazer as curvas e se sente perfeitamente à vontade ao volante. Inesperadamente, ao esterçar o volante para executar um traçado sinuoso, o carro reage de maneira inesperada e a traseira parece querer se amotinar e tomar outra direção.

Com sorte, o episódio pode ficar apenas na descarga de adrenalina. Mas o episódio poderia ter consequências bem além do susto.

Quando foi a última vez que você calibrou os pneus de seu carro? Se você não se lembra – ou se faz mais de uma semana –, você provavelmente faz parte dos 60% dos motoristas que andam com pneus abaixo da calibragem recomendada pelos fabricantes.

O dado é da Pirelli, que realiza algumas blitzes em shopping centers e supermercados de grandes centros urbanos. Essa porcentagem refere-se a motoristas que andam com a calibragem de pelo menos um pneu – há quem ande com os quatro – abaixo do recomendado pelo fabricante.

Outro dado revelador é fornecido por Roberto Manzini, do Centro de Pilotagem que leva seu nome e especialista em cursos de direção defensiva: 44% dos alunos que chegam para a primeira aula com o próprio carro têm um ou mais pneus com pressão 25% inferior àquela recomendada pelo fabricante.

Não por acaso, Manzini foi nosso parceiro neste teste que avalia as conseqüências de se dirigir com pneus abaixo da calibragem correta.

Nosso ensaio consiste de duas manobras – teste do alce e slalom – e medição de consumo de combustível. Nos ensaios dinâmicos, realizamos cinco passagens: com todos os pneus na pressão correta, com apenas um pneu esvaziado, com os dois do eixo traseiro murchos, uma com os dianteiros descalibrados e, por fim, uma passagem com os quatro pneus com 25% a menos na calibragem.

Para quem não sabe, o teste do alce é um desvio duplo de trajetória, que simula a inesperada entrada de um animal na sua frente. Ao avistá-lo, desvia-se para a esquerda e, em seguida, retorna-se à faixa original.

A manobra ficou mundialmente conhecida depois de ter provocado o capotamento de um Classe A na Europa, na década de 90, fato que levou a fábrica a adotar uma série de equipamentos de segurança que não estavam previstos para o modelo. Algo parecido ocorreu recentemente com a Toyota Hilux.

A manobra tem a fama de desequilibrar dinamicamente boa parte dos carros que passam por ela.

 

Fonte: Quatro Rodas.

O pneu certo faz a diferença. Quanto vale a sua segurança e da sua família

O pneu é o único contato do veículo com o solo. Uma escolha errada pode colocá-lo sob risco. Existem diferenças importantes de performances entre as marcas, que afetam diretamente a sua segurança e da sua família.

 

Que pneu comprar?

Verifique a medida no manual do fabricante do veículo.

EXEMPLO: 175/70 R13T.

 

Antes de comprar pneu, leia essas dicas:

 

Dica 01 – Escolha uma marca que ofereça o melhor conjunto de benefícios: segurança, durabilidade e economia de combustível.

Dica 02 – Para a sua segurança, escolha o pneu com a melhor capacidade de frenagem de emergência, principalmente em piso molhado; que proporcione maior estabilidade em curvas e resistência a choque e impactos.

Dica 03 – Durabilidade é sinônimo de economia, pois quanto mais durar o pneu, menor será a necessidade de trocá-lo.

Dica 04 – Os pneus da nova geração, com baixa resistência à rodagem, contribuem para uma maior economia de combustível e menor emissão de CO2 no meio ambiente, sem sacrificar os outros atributos do produto.

Dica 05 – É importante verificar se o índice de carga e de velocidade do pneu são iguais ou superiores aos recomendados no manual do fabricante do veículo.

Dica 06 – Não compre pneus apenas pelo preço. Considere todos os benefícios que ele oferece, pois você vai se lembrar dos seus pneus quando precisar frear em situações de emergência para evitar acidentes e colisões, ou em situações de ultrapassagem, curvas acentuadas, aquaplanagem, buracos, furos, etc.

 

O pneu certo faz a diferença e garante a sua segurança e a da sua família. Consulte um de nossos revendedores.

 

Fonte: Michelin.